Macerado com ingredientes frescos e locais, o gim produzido com imbiriba, puxuri, pacová e caju, traz elementos nacionais a uma bebida global
Arapuru, nome tupi-guarani da ave que tem o canto mais belo da Amazônia, aquela que faz os outros pássaros se calarem para ouvir sua música, e cuja existência é rodeada de lendas e mitos, é também o nome do primeiro London Dry Gin produzido no Brasil.
Elaborada por um dos grandes nomes do gim no mundo, Rob Dorsett, a pedido do eslovaco Mike Simko, que está a três anos imerso na cultura brasileira, a receita do Arapuru é uma releitura do tradicional London Dry Gin, feita com ingredientes brasileiros, formando uma bebida aromática única. Dessa forma, foram usadas a imbiriba, planta do nordeste brasileiro; o puxuri, nativo da região amazônica, o pacová, presente em toda a América tropical, o caju, fruta nativa e símbolo do nordeste brasileiro, e frutos da aroeira, árvore também nativa da América do Sul, além de ingredientes tradicionais como o zimbro, coentro, canela e cascas de frutas cítricas, somando 12 botânicos, todos sob o método de produção “one shot”, ou seja, macerados manualmente e na forma de especiarias ou insumos, nunca essência.
Inspiração – Do Brasil para o mundo, a principal inspiração para a elaboração do Arapuru são as particularidades brasileiras, especialmente o modernismo dos anos 1920 e 1930, que resgatou a identidade cultural nacional e a levou para parte de suas obras, como, por exemplo, o poema sinfônico “Uirapuru”, composto por Heitor Villa Lobos, que retrata a história de um pássaro, Arapuru, que se transforma em índio.
Seguindo as cores da penugem da ave, o dourado-avermelhado está presente na estética da garrafa, inspirada no art decó norte-americano e europeu também da década de 1920, dando um sentido mais global à bebida, que nasceu nos Países Baixos e se consolidou na Inglaterra.
Venda – Consulte os pontos de venda no site oficial do gim Arapuru (www.arapuru.com.br). Pelo site – também é possível realizar a compra online. Valor: R$ 120.
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