Leguminosas são os grãos que nascem dentro de vagens e que estão normalmente prontos para o consumo após serem debulhados, retirados das vagens e colocados para secar por algum tempo a fim de garantir uma durabilidade maior, lembrando – são eles os feijões, as lentilhas, a ervilha seca, o grão-de-bico, a soja, as favas. Fazem parte dessa lista todas as variedades de cada uma dessas espécies. O que todos tem em comum como alimento é o seu alto teor proteico.
A quantidade de proteínas por porção em algumas das leguminosas é muito alta, só para se ter uma ideia cada porção de cem gramas de grão-de-bico tem dezenove gramas de proteínas, quer dizer vinte por cento do seu valor alimentício. O que explica porque na Índia, país onde boa parte da população é vegetariana por motivos religiosos, não comem carne de vaca considerada um animal sagrado, tem um cardápio muito rico de receitas que utilizam lentilhas, grão-de-bico, legumes e verduras misturadas com temperos como o cúrcuma, o curry, e pimentas de tipos diferentes. Ainda de acordo com as variantes religiosas, certos grupos de sacerdotes e iogues comem derivados de leite e outros adeptos da dieta vegana não comem alimentos de origem animal o que inclui leite e seus derivados e ovos.
É interessante observar que a alimentação sem carne pode ser muito variada, e é por isso que um bife ou um sanduíche de presunto não chega a fazer falta. Um bom jeito de começar a mudar o regime, acrescentando outros tipos de proteína além da animal é com a pasta de grão-de-bico, a receita está logo abaixo, ela é leve, tem pouco ou nenhum óleo e pode ser diluída com água gelada para fazer um molho de salada ou até ficar com a textura de uma sopa gelada.
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