Essa é a época para se fazer sardinhas em conserva, esse períoddo vai apenas até outubro. Por isso, corra até a peixaria e compre as menores sardinhas que você encontrar. Se você ainda não sabe, o que eu dúvido, as sardinhas são muito nutritivas. Elas são ricas em ômega três e em sais minerais, sem contar o seu alto teor de proteína.
Existem sardinhas de muitos tamanhos, cada uma de um tipo, com pequenas variações. E, um amigo meu contando com a minha ignorância foi logo dizendo que sardinha de laje não é a boa, ou seria ao contrário? Se alguém tiver a gentileza de esclarecer, por favor que publicarei a resposta em seguida ao texto.
Decidi fazer uma receita fácil e bem perfumada. O link para a receita está no final do texto.
Nem todo mundo gosta da aparência da sardinhas na hora de prepará-las, elas são meio viscosas e tem muitas espinhas. Mas estas são finas, quase invisíveis e muito simples de catar. Comprei as sardinhas já limpas, mas com a espinha dorsal para ficarem fechadas como na foto. Para se retirar as espinhas é preciso abri-las completamente ao meio e achatá-las, melhor deixar o peixeiro resolver.
Para saber se estão frescas observe a pele, precisa estar brilhante e elas não podem cheirar a maresia – peixe fresco não tem cheiro, o cheiro é resultado da formação de bactérias.
Onde comer sardinhas fritas no Rio de Janeiro
No Rio de Janeiro é ela uma preferida, tem um local especial para se comer sardinhas que é na quadra final da Rua Miguel Couto no centro velho da cidade. O local se se chama Beco das Sardinhas, e lá tem alguns botecos que servem as melhores sardinhas fritas do mundo. Os cardumes são internacionais, é possível encontrá-las no Oceano Atlântico tanto no Hemisfério Norte e no Hemisfério Sul. Mas, elas também também no Mar Mediterrâneo, o que garante uma grande variedade de receitas para prepará-las.